É chegada a época de desejarmos um Feliz Natal para todos. Mas, como será feliz o Natal de quem ganha um salário de R$ 678 reais? Como será feliz o Natal dos aposentados, dos funcionários públicos e privados que estão com seus contracheques cheios de empréstimos consignados, muitos deles zerados? São tantos descontos... Tantos empréstimos que engordam somente as financeiras e os bancos, que deveriam oferecer estes serviços, em princípio, para lhe ajudar.

Apresentado em regime de urgência, o PL nº 365/2013 enviado pelo Executivo Estadual para votação na Assembleia Legislativa é um tapa na cara da Advocacia e dos milhares de servidores públicos e pensionistas do RS.

Ao concluir, em março deste ano, o julgamento da ADI 4.357, reconhecendo a inconstitucionalidade de diversos dispositivos da Emenda Constitucional 62/2009, entre eles o que vinha permitindo o parcelamento da dívida de precatórios dos estados e municípios em 15 anos (artigo 97-ADCT), o Supremo Tribunal Federal sinalizou com a possibilidade de virem a ser modulados os efeitos dessa decisão.

Preocupado com o movimento que se inicia pela federalização dos precatórios, o governo federal está propondo um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) prevendo a fixação em 3% da Receita Corrente Líquida dos Municípios e Estados para pagamento mensal de precatórios.

Quem nunca ouviu essa resposta tão definitiva quando criança? O “porque não” colocava um ponto final em qualquer questionamento, era fim de conversa. Não sabíamos como reagir à tamanha autoridade.

Problemas sempre existirão, seja em nossa vida pessoal, seja em nosso ambiente de trabalho. Mas, para certas pessoas, as dificuldades se transformam em barreiras que podem levar ao fracasso.