Preocupado com o movimento que se inicia pela federalização dos precatórios, o governo federal está propondo um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) prevendo a fixação em 3% da Receita Corrente Líquida dos Municípios e Estados para pagamento mensal de precatórios.

Quem nunca ouviu essa resposta tão definitiva quando criança? O “porque não” colocava um ponto final em qualquer questionamento, era fim de conversa. Não sabíamos como reagir à tamanha autoridade.

Problemas sempre existirão, seja em nossa vida pessoal, seja em nosso ambiente de trabalho. Mas, para certas pessoas, as dificuldades se transformam em barreiras que podem levar ao fracasso.

E os pagamentos pela ordem cronológica, quando ocorrerão?
Antes de tudo quero parabenizar a atuação do Tribunal de Justiça do RS, em especial o setor de precatórios, capitaneado pelo Juiz-Coordenador, Dr. Luiz Antonio Alves Capra. Nos últimos tempos o conjunto de servidores não têm medido esforços para realizar o máximo de pagamentos possível.
A Central de Precatórios do TJRS, só no mês de junho deste ano, pagou mais de R$ 70 milhões, beneficiando assim um total de 2.397 credores.

Existe um mito de que a velhice é uma etapa de restrições, privações e sofrimentos. Isso não é totalmente verdade, tudo irá depender da maneira como vivemos e como cuidamos de nós mesmos ao longo da vida. As doenças podem surgir em qualquer fase da nossa vida.

Não queremos espelhinhos e miçangas. Queremos segurança pra ir e vir, para passear com nossas crianças, para entrar e sair de casa. Queremos o luxo de andar sem medo.