E os pagamentos pela ordem cronológica, quando ocorrerão?
Antes de tudo quero parabenizar a atuação do Tribunal de Justiça do RS, em especial o setor de precatórios, capitaneado pelo Juiz-Coordenador, Dr. Luiz Antonio Alves Capra. Nos últimos tempos o conjunto de servidores não têm medido esforços para realizar o máximo de pagamentos possível.
A Central de Precatórios do TJRS, só no mês de junho deste ano, pagou mais de R$ 70 milhões, beneficiando assim um total de 2.397 credores.

Existe um mito de que a velhice é uma etapa de restrições, privações e sofrimentos. Isso não é totalmente verdade, tudo irá depender da maneira como vivemos e como cuidamos de nós mesmos ao longo da vida. As doenças podem surgir em qualquer fase da nossa vida.

Não queremos espelhinhos e miçangas. Queremos segurança pra ir e vir, para passear com nossas crianças, para entrar e sair de casa. Queremos o luxo de andar sem medo.

Temos acompanhado a mobilização das entidades médicas por aumento nos valores pagos pelos planos de saúde. A reivindicação neste sentido é parte do jogo democrático, porém, acusar o IPE Saúde de ser o “pior plano de saúde do Estado” é, no mínimo, leviano. As entidades acusam o IPE de pagar valores aviltantes para a categoria. Isto não é verdade.

Há algum tempo, a RBS tem manifestado sua preocupação com os altos salários do serviço público, geralmente apontando a disparidade em relação a quem ganha menos. Exemplo desse posicionamento está no editorial de Zero Hora de 4 de abril, no qual, mencionando a dificuldade do Estado em pagar o piso do magistério, afirma, sobre o recente reajuste dos subsídios, sua perplexidade com as prerrogativas de algumas categorias, privilégios que explicariam as dificuldades financeiras do Tesouro.

No dia 14/03/2013 o Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento da Emenda Constitucional nº 62/2009, que alterou o regime de pagamento dos precatórios, declarando-a inconstitucional, em parte.