Temos acompanhado a mobilização das entidades médicas por aumento nos valores pagos pelos planos de saúde. A reivindicação neste sentido é parte do jogo democrático, porém, acusar o IPE Saúde de ser o “pior plano de saúde do Estado” é, no mínimo, leviano. As entidades acusam o IPE de pagar valores aviltantes para a categoria. Isto não é verdade.

Há algum tempo, a RBS tem manifestado sua preocupação com os altos salários do serviço público, geralmente apontando a disparidade em relação a quem ganha menos. Exemplo desse posicionamento está no editorial de Zero Hora de 4 de abril, no qual, mencionando a dificuldade do Estado em pagar o piso do magistério, afirma, sobre o recente reajuste dos subsídios, sua perplexidade com as prerrogativas de algumas categorias, privilégios que explicariam as dificuldades financeiras do Tesouro.

No dia 14/03/2013 o Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento da Emenda Constitucional nº 62/2009, que alterou o regime de pagamento dos precatórios, declarando-a inconstitucional, em parte.

Será que existe algum outro lugar no mundo em que o Dia da Mentira seja comemorado o ano inteiro? Me assusta que a mentira, aqui no Brasil, esteja cada vez mais se tornando apenas um deslize ou um traço de personalidade.

É chegada a época de desejarmos um Feliz Natal para todos. Mas, como será feliz o Natal de quem ganha um salário de R$ 678 reais? Como será feliz o Natal dos aposentados, dos funcionários públicos e privados que estão com seus contracheques cheios de empréstimos consignados, muitos deles zerados? São tantos descontos... Tantos empréstimos que engordam somente as financeiras e os bancos, que deveriam oferecer estes serviços, em princípio, para lhe ajudar.

O Governo do Estado encerra o ano “presenteando” os credores de RPV’s com o Projeto de Lei nº 365/2013, encaminhado em novembro para a Assembleia Legislativa para votação em regime de urgência, como de praxe.